Todos sabem que o passaporte brasileiro não dá o direito ao visto E2, o que era exclusivamente de paises que estão no tratado de comércio e navegação com os EUA, mas o gigante da américa latina estava de fora desse acordo, todavia com o bom relacionamento entre Brasil e Estados Unidos isso pode ser possível e você pode ajudar…

Primeiro entenda o que é o visto E2:

O visto E2 é um visto de não imigrante para pessoas que desejam investir uma quantia substancial em um negócio nos EUA, seja ele novo ou já existente. O valor a ser investido não precisa ser uma quantia tão elevada quanto o exigido no visto EB-5.

Esta categoria só pode ser solicitada por cidadãos de países que possuem Tratado de Comércio com os Estados Unidos.

  1. Ser cidadão de um país com o qual os Estados Unidos mantenham um tratado de comércio e navegação.
  2. Ter investido, ou estar ativamente no processo de investir, uma quantidade substancial de capital em uma empresa nos Estados Unidos.
  3. Ter objetivo de entrar nos Estados Unidos apenas para desenvolver e direcionar a empresa de investimentos. Comprovando pelo menos 50% de propriedade da empresa ou a posse de controle operacional por meio de uma posição gerencial.

 

Como você pode ajudar  o Brasil entrar nesse acordo?

No dia 30 de Julho em uma coletiva o Presidente dos EUA, Donald Trump, disse que quer um acordo comercial com o Brasil, na sua entrevista disse também que tem um ótimo relacionamento com o Presidente Jair Bolsonaro.

Um dado importante:

Os Estados Unidos foram o principal destino de exportações brasileiras de bens (US$ 28,7 bilhões, em 2018) e de serviços (US$ 16 bilhões, em 2017), de acordo com a Câmara Americana do Comércio (Amcham). Já o Brasil está entre os 10 maiores destinos de exportações de bens dos Estados Unidos no mundo (US$ 29 bilhões em 2018).

Você pode ajudar enviando emails ou ligando para os oficiais responsáveis de relações exteriores da cada país (no final dessa matéria ou na descrição do vídeo você encontrará os links e contatos… assista o vídeo abaixo para entender melhor para quem mandar email e porque:

 

Entenda porque o Brasil deveria buscar o livre comércio com os EUA

Veja uma matéria do Infomoney:

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Colin Grabow e Juan Carlos Hidalgo, ambos do instituto Cato, comentam, neste texto, sobre o tratado de livre comércio que está sendo discutido por Donald Trump e Jair Bolsonaro para possível implementação em 2019. A iniciativa é vista com bons olhos pelos especialistas, já que seria uma forma do Brasil impulsionar o crescimento de sua economia e dos Estados Unidos, por sua vez, de fortalecer as relações comerciais com o país sul-americano.

Essa é a possibilidade oferecida pelo presidente dos EUA, Donald Trump, após a eleição de Jair Bolsonaro, alguém com um perfil semelhante ao seu. Bolsonaro provavelmente será um dos aliados mais próximos de Washington no continente Americano e um acordo de livre comércio daria o impulso necessário para a economia brasileira que está saindo de uma das suas maiores crises. O acordo também ajudaria os Estados Unidos a lidar com frustrações de altas barreiras tarifárias que o Brasil impõe ao comércio internacional.

O Mercosul era um grande Obstáculo, mas com o brasil na liderança isso ficou mais fácil, outro obstáculo a ser superado é a história recente entre o Brasil e os EUA. O Brasil foi o principal culpado pelo colapso das negociações da Área de Livre Comércio das Américas (ALCA) apoiada pelos EUA na última década. E, enquanto a equipe econômica de Bolsonaro conta com economistas que apoiam o livre comércio publicamente, os principais receios do Brasil para um acordo com os Estados Unidos não vão desaparecer de uma hora para outra. Para o Brasil, os principais problemas da política comercial americana são: os subsídios agrícolas dos EUA, a tarifa americana sobre produtos industriais e a demanda dos EUA de proteção aos direitos de propriedade intelectual.

Os subsídios agrícolas são particularmente uma das maiores preocupações. Em 2014, os Estados Unidos concordaram em pagar US$ 300 milhões para produtores de algodão brasileiros para resolver uma disputa da Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre os subsídios norte-americanos. O programa de açúcar dos EUA é outra fonte de descontentamento brasileiro. O acesso ao mercado dos EUA pelo Brasil, maior produtor mundial de açúcar, é bastante limitado. O governo americano impõe níveis de tarifas punitivas após ultrapassar uma certa cota de importação proveniente do Brasil.

Por último, os exportadores brasileiros de aço e alumínio acreditam ser prejudicados pelas tarifas e cotas impostas pela administração Trump no início deste ano.

Claro que os Estados Unidos também têm seus próprios motivos para estarem frustrados com o Brasil. Grande parte desse descontentamento se deve a barreiras não-tarifárias, como os famosos requisitos de conteúdo local. O presidente Trump também disse publicamente que o Brasil tem tratado os Estados Unidos de maneira “muito dura” citando suas “tarifas muito grandes”. Dessa forma, para que as negociações de livre comércio ocorram, há uma sensação de que o Brasil deve primeiro alinhar seu marco regulatório com os Estados Unidos antes que o trabalho de base pode realmente ser feito.

Ainda assim, os países se beneficiariam muito de um acordo de livre comércio. O Brasil é o 12º maior parceiro comercial dos Estados Unidos, e um acordo entre os dois países poderia impulsionar o PIB dos EUA em US$ 24 bilhões e o do Brasil em US$ 38 bilhões, segundo dois estudos de 2016. Conta a favor de Trump, o fato que os Estados Unidos tiveram um superávit comercial com o Brasil de quase US$ 27 bilhões em 2016.

Existem inúmeros incentivos para o Brasil também buscar esse tipo de acordo. Jair Bolsonaro demonstrou diversas vezes sua preocupação com o maior parceiro comercial do Brasil, a China. Um acordo de livre comércio com os Estados Unidos – o segundo maior parceiro do país – poderia ser um meio de reorientar a economia para longe de Pequim e assim depender menos dos chineses. Mais importante ainda, o acordo de livre comércio enviaria um sinal necessário de que a retórica pró-mercado, adotada por seu principal assessor econômico [Paulo Guedes], é mais do que simples palavras.

A recente conclusão das negociações do Brasil sobre um acordo de livre comércio com o Chile, um membro associado do Mercosul, poderia servir como modelo. Entre um dos acordos mais abrangentes que o já Brasil negociou, pode ser uma indicação de que Brasília está se posicionando para buscar o tipo de acordo amplo que os Estados Unidos provavelmente exigiriam. Um incentivo adicional é o fato que o Brasil também abriu negociações comerciais com o Canadá este ano através do Mercosul.

O Brasil ainda está se recuperando dos efeitos de sua pior crise econômica da história e precisa de reformas estruturais para evitar outra recessão. A abertura comercial – incluindo um Acordo de Livre Comércio com os Estados Unidos – proporcionaria um impulso de confiança necessário e contribuiria para combater o alto custo de vida do país, o custo Brasil.

Porém, o que o Brasil precisa e o que pode conseguir são duas coisas diferentes. As restrições impostas pela participação no Mercosul são um sério obstáculo para a conclusão de um acordo de livre comércio. Enquanto muitos brasileiros reconhecem a necessidade de uma maior abertura econômica, contrariar grupos de interesse e políticas desordenadas tem se mostrado não ser nada simples. O compromisso de Bolsonaro com uma economia mais liberal continua a ser visto. Além disso, ele também desfruta de um dos maiores apoios populares conquistado nas urnas na história democrática brasileira. Vamos esperar que ele o use para o bem!

 

Faça um texto da sua forma pedindo a oportunidade do Brasil entrar no tratado de comércio e navegação com os EUA, o que seria muito benéfico para o país, abririam portas comerciais entre os países e você teria a oportunidade de entrar no Visto E2… Vamos lá! a união faz a força… COMPARTILHE O VIDEO DO YOUTUBE E ESSA MATÉRIA!

Veja os contatos para quem deveria mandar seu texto:


Departamento de relações exteriores dos Estados Unidos

Web_Inquiry@foreign.senate.gov

Phone: (202) 224-4651


Formulário de contato do Presidente Trump

https://www.whitehouse.gov/contact/


Embaixador Ernesto Araújo

ministro.estado@itamaraty.gov.br


Dep Eduardo Bolsonaro


 

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